Há tempos não escrevo, mas muitos pensamentos avulsos pairam em minha cabeça freqüentemente. A dificuldade talvez seja por isso no papel. A verdade é que vivemos em uma época, em que, bombardeados por uma quantidade torrencial de informações, temos dificuldades de concentração. Isso que digo é tanto um desabafo quanto um prólogo do que venho a dizer.
Hoje em dia nas diversas mídias sociais que utilizamos percebemos que a nossa geração é uma geração indignada. Indignada com diversos temas de grande importância para a sociedade: pedofilia, aborto, corrupção política, utilização da verba pública, dentre outros. Com certeza é com alegria que observamos essa juventude; há qual muitos chamam de burra, desinformada e facilmente influenciável; tão engajada nesse propósito de combater esses "problemas modernos".
Infelizmente o que nos causa espanto e acaba dando razão aos que nos chamam de burros, desinformados e influenciáveis são as formas utilizadas para expressar essa indignação: muito se utiliza os famosos memes ou correntes através de emails, facebook, twitter etc. Não estou muito certo de que mudar minha foto no facebook ou postar a medida dos meus pés em polegadas conscientize mais o mundo do abuso infantil ou do câncer de mama. Nao é pagando 200 reais para assistir minha banda favorita que estarei lutando "por um mundo melhor".
São nessas atitudes que vejo uma juventude preguiçosa, que quer ver o mundo transformado na comodidade do sofá de sua casa através de seus laptops, tablets e smartphones. Revolucionários entrevados que já agem com desdem e desesperança da possibilidade de alguma mudança real nesse mundo.
Parabéns a nós jovens que queremos acabar com o abuso infantil com seus desenhos animados favoritos mas treme de medo ao passar do lado de uma criança suja por poder ser um pivete.
Parabéns a nós jovens queremos conscientizar do câncer de mama com nossas polegadas virtuais mas não temos um segundo para visitar o INCA por exemplo.
Faz-se necessário levantar toda a esperança contra a desesperança, nos mover da comodidade de nossas tecnologias (não menosprezando o poder da internet) e lutarmos com verdadeira coragem e ousadia dos grandes exemplos da história.
Hoje em dia nas diversas mídias sociais que utilizamos percebemos que a nossa geração é uma geração indignada. Indignada com diversos temas de grande importância para a sociedade: pedofilia, aborto, corrupção política, utilização da verba pública, dentre outros. Com certeza é com alegria que observamos essa juventude; há qual muitos chamam de burra, desinformada e facilmente influenciável; tão engajada nesse propósito de combater esses "problemas modernos".
Infelizmente o que nos causa espanto e acaba dando razão aos que nos chamam de burros, desinformados e influenciáveis são as formas utilizadas para expressar essa indignação: muito se utiliza os famosos memes ou correntes através de emails, facebook, twitter etc. Não estou muito certo de que mudar minha foto no facebook ou postar a medida dos meus pés em polegadas conscientize mais o mundo do abuso infantil ou do câncer de mama. Nao é pagando 200 reais para assistir minha banda favorita que estarei lutando "por um mundo melhor".
São nessas atitudes que vejo uma juventude preguiçosa, que quer ver o mundo transformado na comodidade do sofá de sua casa através de seus laptops, tablets e smartphones. Revolucionários entrevados que já agem com desdem e desesperança da possibilidade de alguma mudança real nesse mundo.
Parabéns a nós jovens que queremos acabar com o abuso infantil com seus desenhos animados favoritos mas treme de medo ao passar do lado de uma criança suja por poder ser um pivete.
Parabéns a nós jovens queremos conscientizar do câncer de mama com nossas polegadas virtuais mas não temos um segundo para visitar o INCA por exemplo.
Faz-se necessário levantar toda a esperança contra a desesperança, nos mover da comodidade de nossas tecnologias (não menosprezando o poder da internet) e lutarmos com verdadeira coragem e ousadia dos grandes exemplos da história.
Desentrevemos nossas colunas jovens antes que elas envelheçam não pelo tempo, mas por falta de uso.



